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Lifting Endoscópico Frontal

Lifting Frontal

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O que a cirurgia de lifting endoscópico frontal trata?

O lifting frontal nada mais é do que o lifting endoscópico facial, realizado na parte superior da face. A técnica visa trazer uma aparência mais jovial, através da correção das estruturas:

  • canto lateral do olho: quando apresentar frouxidão: geralmente causado por fatores genéticos ou envelhecimento. Além do aspecto envelhecido, causa sensação de que aquela estrutura está fora do lugar.
  • musculatura da glabela: entre os supercílios, que geralmente forma rugas. Nessa região comumente é aplicada a toxina botulínica para tratamento das rugas dinâmicas. Pela cirurgia vídeo-endoscópica, é possível tratar a musculatura cirurgicamente, reduzindo a força do músculo. O benefício é um resultado permanente, sem necessidade de repetir o procedimento a cada 6 meses, como ocorre com a aplicação da toxina.
  • supercílios: reposiciona-os ao seu lugar de origem. Corrige também assimetrias, que são até bastante comuns na região superior da face, como supercílios em níveis ou formatos diferentes um do outro.

O que ocorre frequentemente é que o paciente apresenta queixa de queda da pálpebra superior e atribui essa queda ao excesso de pele e o desejo de reparar esse excesso com a blefaroplastia. Na imensa maioria dos casos, não se trata de sobra de pele, mas sim de queda do supercílio, que se encontra num nível mais abaixo do que deveria. Com a cirurgia de lifting frontal é feita a reposição do supercílio para seu local adequado, diminui-se o excesso de pele da pálpebra superior e harmoniza-se também a parte superior da face.

Uma análise criteriosa do cirurgião plástico pode avaliar corretamente o tratamento para cada caso, já que quando é realizada a blefaroplastia em pessoas que possuem o supercílio caído, é removida grande quantidade pele da pálpebra superior, gerando uma cicatriz grande, além de trazer esse supercílio ainda mais para baixo e piorando a aparência. A recomendação é: pesquise muito bem a habilidade do seu cirurgião antes de se submeter à cirurgia.

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Qual a diferença entre a ritidoplastia coronal e o lifting endoscópico frontal?

O tratamento das rugas da glabela (musculatura que está entre os supercílios) também pode ser realizado por uma técnica de via não-endoscópica, chamada ritidoplastia coronal ou técnica aberta. Nesse acesso, para enfraquecer a musculatura glabelar, é feito um corte no couro cabeludo de uma orelha à outra, numa incisão em tiara e é realizado o descolamento de toda essa pele da região do couro cabeludo e da região frontal.

Nessa região da face descolada, ao ser trazida de volta, é possível retirar de 1 a 2 cm de pele, tracionando toda a região frontal e temporal. O aspecto dessa cirurgia geralmente é de um rosto esticado, muitas vezes com o tamanho da testa aumentado. Além da aparência da face ganhar um aspecto artificial, a técnica cirúrgica é extremamente agressiva, com um pós-operatório complicado. Além disso, a cicatriz é bastante extensa.

 

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Trata-se de um acesso cirúrgico agressivo para corrigir uma área muito pequena onde, muitas vezes, o pós-operatório cursa com alterações de sensibilidade do couro cabeludo, já que a área extensa do corte acaba afetando a enervação da região.

Além do aspecto mais natural, a vantagem do lifting endoscópico frontal frente à cirurgia coronal, é a possibilidade de se conseguir cicatrizes mínimas e praticamente imperceptíveis.

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Qual a diferença entre lifting frontal tradicional e lifting endoscópico?

Existem técnicas mais antigas, feitas por via subcutânea (via não-endoscópica) com uso de agulhas, sem promover o descolamento. Essas técnicas têm durabilidade muito pequena, de menos de um ano, onde o supercílio acaba caindo novamente. Com a técnica endoscópica, é possível fazer um descolamento mais amplo e realizar suturas para reposicionar a estrutura, que permanece no mesmo local, mesmo quando passados muitos anos da cirurgia.
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O que o lifting frontal não trata?

O lifting endoscópico frontal não trata a região lateral da órbita. O músculo orbicular, que forma os famosos “pés-de-galinha”, não poderia ser seccionado ou perderia a movimentação, por isso não é tratado nas cirurgias de lifting endoscópico.

Se existe um desejo do paciente em tratar as rugas dinâmicas, ou seja, que aparecem quando o músculo se movimenta, deve-se complementar a cirurgia vídeo-endoscópica com o a toxina botulínica.